sexta-feira, 8 de outubro de 2010

BREAKAWAY.

Eu abrirei minhas asas e eu aprenderei como voar.
Eu farei qualquer coisa para tocar o céu,
Faça um desejo, aproveite a chance, faça uma
mudança e jogue tudo pro alto.
Fora da escuridão em direção ao sol.
Mas eu não esquecerei todos os que eu amo.
Vou correr o risco, ter uma chance, fazer uma mudança e me LIBERTAR

-

TUDO QUE O MUNDO PRECISA É DE EXEMPLOS, E NÃO DE OPINIÕES.

the end.


no final dá tudo certo, e se não deu, é porque ainda não chegou no final !

horizonte ♪


Noite à toa, sentimento de querer bem,
Como é bom gostar de alguém
Nem sempre a vida trás de volta o que o tempo separou pro coração
Vontade de recomeçar sem medo, sem medo
Abrir a porta e caminhar na direção dessa verdade
Que bom que seu amor me escolher, que bom que eu sorriso trouxe a força
Me deu coragem, e o bastante pra dizer

Que eu posso seguir tranqüila, sem pressa pra voar
Eu posso chegar bem longe
Eu posso ganhar o Mundo
Mas hoje eu só quero o horizonte e você comigo !

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

sz


Preciso de você como um coração de precisa de batidas

vida a vida !


O tempo é uma coisa que não permite voltar atrás, então só se arrependa do que você não fez, aproveite cada segundo da sua vida pra poder ficar gravado na memória !

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

"Para dizer quem sou, me cantarão"


"Li recentemente que em alguma remota região da África - Mas talvez fosse do Oriente - quando uma criança nasce, os adultos e os sábios da aldeia se reúnem e someçam a entoar melopéias e canções numa espécie de transe. desfiando sons conhecidos até chegar a novos sons, até chegar aquela que será a música pessoal e exclusiva do recém-nascido. Burocraticamente, diríamos que para o novo cidadão aquela música passa a ser uma espécie de carteira musical de identidade. Mas é muito mais, é uma impressão digital auditiva, é um reconhecimento interior, é a identidade em si. A partir dali, a comunidade canta aquela música à criança em todas as ocasiões importantes da sua vida - os aniversários, os ritos de iniciação, as grandes perdas. E quando, passando progressivamente a adolescente, jovem e adulta, a pessoa se sentir desnorteada, sofrer os males da vida, ou ferir com seu comportamento as leis da comunidade, cantarão para ela sua música, a fim de que, ouvindo-a, se lembre de quem é, se respeite, e recupere seu eixo. Uma música exclusiva cujo o único registro está na memória dos que criaram. "


Créditos: Livro - Os últimos lírios no estojo de seda, escritora: Marina Colasanti